XXI - LUÍS DE CAMÕES - Fabuloso * Verdadeiro . 1950. Ensaio.






«Camões, sem eira nem beira, devia ser o artífice maravilhoso destas filigranas líricas que passaram das mãos de chichisbéus ignaros para suas mariposas amaviadas e gulosas. Perdidos estes, achados aqueles, alguns, mercê da solicitude de tal e tal devoto, foram restituídos ao seu autor, depois de morto. Tal facto explica o enxame de virgens loucas que zumbe pelas líricas fora, algumas com nome idêntico e distintas pelo que ressumam de temperamento e humour contrários.»

(continua)
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