terça-feira, 9 de junho de 2026

«CAMILO E EÇA FRENTE A FRENTE»: 'ROMÂNTICOS E REALISTAS' [ 3 ] . Ensaios de Crítica Histórico-Literária. 1949.

 «CAMÕES, CAMILO, EÇA E ALGUNS MAIS». Ensaios de Crítica Histórico-Literária. Primavera de 1949.

1-CAPA A.jpg

 

0-3 LARGO.jpg

 

0-3 B Frente a Frente.jpg


«Anos de 1866, 67, 68 termina Eça a sua formatura em Direito, estreia-se na Gazeta de Portugal, cozinha o Distrito de Évora, ensaia a lira satânica de Baudelaire. E flana, flana por Lisboa. A experiência da capital vem-lhe dessa data. Os decadentes e irregulares que traz ao tablado, em especial no Primo Basílio, nos Maias, e toda a sub-galeria dos romances póstumos, personagens quase todas dealbadas da ganga nativa nas águas do Sena, são transposições da sua vida de sociedade.»

125.jpg

126.jpg

«Esses três anos, não falando no período morto que vai até 1869, consumi-los-á em vagabundagem, num vago cenáculo, literatizando como sempre à francesa, até a altura em que de monóculo entalado no orbe do olho e uma grande curiosidade na alma embarca com o conde de Rezende para a Terra Santa. Viagem farta de pitoresco e de perspectiva, fornecerá o tema, por um ror de tempo, às tertúlias literárias. O nome de Eça passa a voar nas asas da fama, os cultores da anedota havendo pilhado um filão.»
 

127.jpg

 
«Entretanto Camilo vai assentando pedra após pedra na prodigiosa torre, mais que Babel, que é a sua obra. S. Miguel de Seide é um estaleiro. Trabalham a derreter os miolos, instados pelas necessidades da vida, tanto o escritor como Ana Plácido. A seguir à Enjeitada, romance francamente mau, em que presumo vislumbrar a mesma tessitura feminina da Luz coada por ferros, talvez retocado e limado pelo escritor, apareceu o Judeu, a Queda dum Anjo, duma altitude nunca antes atingida em Portugal, o Santo da Montanha com uma boa parte castiça e superior, o Senhor do Paço de Ninães, não menos sobranceiro, os Mistérios de Fafe, em que estua uma prosa viril e dúctil, dobrada nas suas mãos como o ferro nas tenazes do bom ferreiro de Guimarães, o Retrato de Ricardina que rasga uma janela de céu azul e chão de neve no terrível e feio mundo. Para falar apenas nos livros capitais daqueles três anos de intensa safra. O lutador está a entrar na última década da sua actividade e produz como as macieiras do seu quintalinho dão maçãs. Às cestadas. Por todo o Portugal, levado pelas gazetas, pelos livros a dois tostões, pelos folhetos de polémica e os ventos suscitados, o seu nome corre. Não há ninguém dotado de percepção alfabética, digamos, que não descortine, como a um seareiro prometáico, o trabalhador a cobrir infatigavelmente com a sua letrinha miúda e rectilínea resmas e resmas de papel branco.
Em Évora, em Lisboa, em Leiria, alguma vez o escritor incipiente e snob se aperceberia deste Caim das letras? Sentiria alguma vez pulsar a alma multíplice, cheia de falhas, mas até nelas grandioso, deste colosso? Não no-lo diz quando é tão prolixo nas suas inclinações e fatacazes. E é lamentável que em cérebro tão peregrino como o de Eça não brotasse uma admiração espontânea, impulsiva, ardorosa pelo veterano do romance, já que o coração lhe havia, mercê dos maus boléus das fadas, estancado para os reptos da generosidade sem troco. E nós hoje, porque a plana literária se nos defronta em perspectiva rasa e emareada de preconcebimentos, não compreendemos o silêncio de Eça. A demarcar o percurso triunfo triunfal do romancista da Relíquia, falta um artigo, uma saudação, um brado de entusiasmo pelo escritor que fora naufragar na verde e anojadiça terra minhota, falta-lhe, sim, esse ex-voto, tal emblema de Hermes na via dum César.»
  

128.jpg

«E entre os merecidos respeitos não há Aristarco que não coloque Camilo, o maior.»
 

129.jpg

130.jpg

131.jpg

132.jpg

133 A.jpg

 « ...o certo é que Eça, considerando o romance em coma, excluía Camilo do número dos reanimadores, pois que era tarde para a carreira deste o fazê-lo e equivaleria simultâneamente a negá-lo supondo-o investido de semelhante empresa. E é clamorosa a injustiça de tal conceito contra quem vinha praticando com exaustão e com relevo aquele género literário.»
 

(continua)

segunda-feira, 8 de junho de 2026

«CAMILO E EÇA FRENTE A FRENTE»: 'PRIMEIROS ESCRITOS' [ 2 ] . Ensaios de Crítica Histórico-Literária. 1949.

 «CAMÕES, CAMILO, EÇA E ALGUNS MAIS». Ensaios de Crítica Histórico-Literária. Primavera de 1949.

sample

 

0-3 LARGO.jpg

 

0-3 B Frente a Frente.jpg

(continuação)

«Surgiu a decantada questão de Coimbra, que, enfim de contas, mal arripiou a quietude pantanosa da vida mental portuguesa. Nós hoje, avaliando-a pela soma de pólvora que parece ter-se queimado de parte a parte, pelo palhagal de papel impresso que produziram os prelos, pelo ardor duns, a iracundia e ressentimento de outros, consideramo-la uma tempestade magnífica, espécie de convolvo sísmico que demoveu para outros eixos as coordenadas  da esfera literária.»

117 B.jpg

118.jpg

«Entretanto Eça, ensaiados os primeiros passos nas letras, ocioso pela certa, sob o acicate porventura da necessidade, aceitou dirigir, melhor, confeccionar o Distrito de Évora. Em realidade dentro da gazeta provincial é nem mais nem menos aquele jornalista que na Voz do Distrito, em Leiria, figura no Crime do Padre Amaro: Agostinho fazia o fundo, os locais, a correspondência de Lisboa.
Aquela folha para ele teve o mérito de ser a pedra de esmeril onde afiou e damasquinou a pena. De número para número, o gongórico alija as louçanias de mau gosto e a mania de remascar o esquisito. O pensamento, as raras vezes que pensa de sua cabeça, clarifica-se. O estilo ganha simplicidade sem perder os tons de joalharia importada da Rue de la Paix. De facto escreve, se não veste ainda, pelo figurino francês. A frase vai adquirindo aquela curva melódica que a balanceia da proposição principal para as coordenadas mercê dum desenvolvimento expresso por epítetos duma cromática inédita e luminosa. Mas que chuveiro de barbarismos!»
 

119.jpg

120.jpg

«Eça, primeiro, depois Fialho, com o desdém que lhes merecia um idioma aviltado por uma choldra de plumitivos sem miolos nem originalidade, ao serviço dos dez réis de Eduardo Coelho e do caciquismo de S. Bento, instituíram a escola do arbitrário em literatura. E os discípulos acorreram em récuas.
Pois que se voltava ao caos, quem quer luzia nome de escritor. As três dimensões da língua, que são o sujeito, verbo e atributo ensinados pelos caturrentos padres-mestres, passaram a não regular coisa nenhuma. Cada um escrevia como lhe dava a real gana.»
 

121.jpg

122.jpg

«Além da francesia da forma, torna-se visível a quem compulse os seus primeiros escritos, que Eça de Queirós não punha grande recato em aproveitar-se do que era dos outros. Em aproveitar-se, chamando-lhe seu. Uma frase com sainete, uma adjectivação feliz, um pensamento singular; aquilo que é de bom quilate e por azar não brotou ao bico da pena; a imagem que assentaria como uma luva em tal ou tal lance da narrativa e que não ocorreu aos olhos do entendimento; a nota psicológica que vai a matar no indivíduo de tal e lhe dá carácter como o grão de beleza põe especial salero na face duma mulher bonita -- desde menino que se habituou a tirá-los para o seu cofre de jóias lá donde estivessem. E não seria ele capaz de forjar outras iguais, se não superiores? Se era! Pois que as tem de sua lavra, aquela pecha entra para o seu complexo de inferioridades, manifesto desde que pela primeira vez pegou da pena para exercer a maravilhosa sina. Até ao fim da carreira, Eça sofrerá de cleptomania literária.  Zoilos e críticos honrados andaram pelo sua seara mondando o que não era estrictamente seu; enchem uma algibeira essas belas insignificâncias doutros senhores. Mas ele não precisava de descer a tão mesquinhas e breves deselegâncias, estamos certos disso. E que o fizesse por menos consideração para com os lorpas da sua terra; pela tentação que exercia em seus sentidos a rutilante gema preciosa; por equívoco mental, acabando por confundir-se-lhe na retina o seu, que era admirável, com o alheio, que admirava; por menos escrúpulo de consciência -- ele próprio, um nababo, teria pejo, chamado ao pretório, pelas migalhas especiosas de que indevidamente se apropriou.»
 

123 A.jpg

«Esse caderninho que Eça trazia no bolso cimeiro do jaquetão e que, imprevistamente no meio da conversa ou no decurso das leituras, sacava para anotar um dito, uma facécia, um qualificativo invulgar, que não nos desse a procedência, dar-nos-ia a amostra das pedrarias preciosas que apanhou assim às rebatinhas e engastou a primor nos adereços e cruzes abrolhadas da sua obra deslumbrante.»
 
 * * * * * * * * * * *
 

«CAMILO E EÇA FRENTE A FRENTE»: 'PRIMEIROS ESCRITOS' [ 1 ] . Ensaios de Crítica Histórico-Literária. 1949.

 «CAMÕES, CAMILO, EÇA E ALGUNS MAIS». Ensaios de Crítica Histórico-Literária. Primavera de 1949.

capa 1.jpg

capa 2.jpg

0-3 LARGO.jpg

 

0-3 B Frente a Frente.jpg

111.jpg

«Quando em 1866 surgiu na Gazeta de Portugal o nome de Eça de Queirós, a revista estava em franco declínio. Descortina-se isso hoje perfeitamente com a nitidez de visão de que beneficiam as coisas espirituais a distância. Estava em franco declínio e tal facto explica o acolhimento que acertou receber Eça, estreante de prosa apocalíptica, destituída de bom senso e de gramática, mascavada de francesia -- bárbara veio a titulá-la um seu compilador e figura relevante do cenáculo.
Na Gazeta pontificava António Feliciano de Castilho, hierofante na reverência que lhe tributavam e ele exigia, e, ainda que meteoricamente, aparecia Camilo com um destes retalhos de prosa que ofuscavam todo o resto
112.jpg

«A revista em decadência, a meter água, de colunas em branco, as colunas dos hebdomadários à míngua de colaboração, longas e desesperadoras como léguas das velhas, pegou do manuscrito que lhe levava o inesperado samaritano (Eça) sem lhe provar sequer o travor. A estreia devia ter sido bafejada por estes ventos mornos do descampado.
Riam-se dele? Sim, riam-se dele, uns com a conspícua suficiência de quem eram, outros bolónios de todo. Parece que o próprio director, António Augusto Teixeira de Vasconcelos, o não tomava muito a sério. Realmente não se podia conceber nada de mais rebarbativo para o tempo que a forma das Notas Marginais : ...

... ... ...

«Este fraseado que arrepelava a sintaxe e o siso do discurso: "rasgavam com os ossos dos cotovelos as carnes moles" e "voluptuosidades mais mórbidas que os orvalhos da lua "era para fazer dar pulos de sagúi ao velho bonzo do Castilho e arrancar uma gargalhada de gozo, se a hipocondria o não atanazasse, ao cenobita de Seide

113.jpg

114.jpg

«Camilo, é verdade, começou a olhar para o jovem criminoso com ar divertido. Embora espírito alevantado e sensível a todas as radiações novas, mas com centro de gravidade no senso comum, nada mais natural que se sentisse em relação a ele como Hércules perante um súbdito da rainha Pigas. Em carta dirigida a Castilho, datada de 1866, quando Eça já ia levado imperturbavelmente Gazeta em fora, lavrando em todos os números o mesmo pechisbeque, perpassa um breve frouxo de mofa: "Esperemos a primavera. Olhe que isto aqui está frio. O quintal está plantado de couve, fava e ervilha. O sol tem umas frialdades moles, como diz um Eça de Queirós nos folhetins da Gazeta de Portugal"

115.jpg

«Camilo, anos andados, lançava, sim, uma profecia que equivale à diagnose segura da carreira que Eça mal começava de tentear: "Este rapaz vem  tomar a vanguarda de todos os romancistas". Palpita no intuspectivo de tais palavras a fatalidade inexorável a que está adstrita a evolução das coisas. Mas com elas também é certo que o gigante queria exprimir que tão pouco tinha medo de competições como das sombras que subiam do Orco para o tragar

116.jpg

117.jpg

«Não é menos fora de dúvida que um escritor da craveira de Camilo olhe com mais curiosidade para o nascer do sol do que para o ocaso. Todos os que apareciam a bater um coturno singular ou com ares de novo no proscénio das letras o interessavam. Aos cadáveres embalsamados da Acrópole tratava, sim, com obséquio formal. Nem sempre lhe era despiciendo o seu pitoresco; a sua experiência filológica; a sua cortesia circunspecta; a seriedade por vezes cómica das suas dramatis personae.
Embora a correspondência trocada pareça testemunhar comércio útil e fervoroso com este e aquele, nada no fundo mais fátuo. Camilo era um homem que possuía em grau muito inferior o poder de iludir-se.»
...

«Sempre que o móbil pessoal, estima ou desafecto, não lhe influenciava a pena, o parecer e crítica de Camilo eram modelos de acuidade e de observação».


(continua)

domingo, 7 de junho de 2026

ANTOLOGIA _ A1 ( XXI - 71a) - LUÍS DE CAMÕES - Fabuloso * Verdadeiro. 1950. Ensaio. «DO BERÇO À NAU S. BENTO» * [ vol. I ]. ÍNDICE DO VOLUME I

 

XXI - LUÍS DE CAMÕES - Fabuloso * Verdadeiro . 1950. Ensaio.



capa livro  vol 1.jpg

luis de Camoes.jpg

1ª parte do berço GRANDE.jpg

IND243.jpg

indice 244..jpg

indice 245..jpg

indice 246..jpg

 



ANTOLOGIA _ A1 ( XXI - 71) - LUÍS DE CAMÕES - Fabuloso * Verdadeiro. 1950. Ensaio. «DO BERÇO À NAU S. BENTO» {c. XVIII de XVIII} * [ vol. I ]

 XXI - LUÍS DE CAMÕES - Fabuloso * Verdadeiro . 1950. Ensaio.

1ª parte do berço GRANDE.jpg

18 R N.jpg

«Resgate. Inscreve-se para a milícia do Oriente. Os registos da Casa da Índia. A absurda falsificação. Soldado raso. Erros seus, má fortuna...»

238-A.jpg

«O alistamento revestiu o fácies duma imposição, de modo algum de acto voluntário. A carta de perdão é clara. Naquele tempo, faziam-se soldados, libertando-os das cadeias a troco de resgate da pena, ou de meio resgate como sucedeu com Luís de Camões, que, desembolsando quatro mil réis 'pera piedade', cobrou como antecipação do seu soldo a avultada quantia de dois mil e quatrocentos réis. O indulto tem de ser interpretado como um bom negócio para a fazenda real.»
...
«É de notar que no primeiro assento que se lavrou do alistamento do poeta para a Índia se lhe acentuem os traços característicos da fisionomia, como barbirruivo, e não venha indicado que era cego de um olho, não cego de gota serena, o que poderia iludir os oficiais do serviço, mas olho vazado, consoante o pintam.»

239-A.jpg

240A.jpg

«O facto de Luís de Camões ter sido arregimentado para servir na Índia nas tropas de linha, ter indicado vinte e cinco anos como sendo os da sua idade, quando para o alistamento se requeria gente moça e viril, levam a crer que tivesse aquela Idade ou menos ainda. Só com a temperatura dos verdes anos se coadunam os feitos de impulsivo que o levaram à cadeia.»
 

241-A.jpg

«Partiu Luís de Camões de Lisboa um Domingo de Ramos, em plena Primavera, com a morte na alma e lágrimas nos olhos. Embora tivesse vinte e cinco anos, ao seu coração pesado nem era elastério a esperança
 

242A.jpg

«Segundo a carta expedida já da Índia (CARTA TERCEIRA) as últimas palavras que proferiu seriam as de Cipião Africano: Ingrata patria, nom possidebis ossa mea. (Ingrata pátria, não possuirás os meus ossos.). Camilo, que nunca viu o mar, chasqueia destas palavras prosopopaicas, mas doloridas. O pobre tê-las-ia escrito sem aquilatar, ou pelo menos, medir em seu espírito a ressonância presunçosa que subentendem. Não eram para vir a lume.»
 
- - - - - - - - - -
 

«CAMÕES E A SUA MÁ ESTRELA». "As Cartas Eróticas de Camões": Carta TERCEIRA (3ª - a). 1949. [ 16 ]



 

79.jpg

 80.jpg

* * * * * * * * * *

FIM DO VOLUME I

( PRIMEIRA PARTE - Do berço à nau S. Bento )


"Reedição de obra de Aquilino Ribeiro apresentada em Vila Nova de Paiva"

 «QUANDO OS LOBOS UIVAM».1958. Romance.



Atualidade
Vila Nova de Paiva


Reedição de obra de Aquilino Ribeiro apresentada em Vila Nova de Paiva

A Câmara Municipal de Vila Nova de Paiva, em colaboração com a Bertrand Editora, vai apresentar a reedição da obra de  Aquilino Ribeiro , “Quando os Lobos Uivam” (1958), que decorrerá no Parque Botânico Arbutus do Demo, pelas 15h00, do dia 20 de junho.


Na apresentação estarão José Pacheco Pereira, político, investigador, escritor e professor e Henrique Monteiro, jornalista e escritor, sendo preletores Paulo Marques, presidente do município, Liliana Soares, vereadora da Cultura, Paulo Neto, diretor da revista literária “aquilino”, Eduardo Boavida, diretor da Bertrand Editora, Anabela Oliveira, docente da UTAD, Paulo Pereira, docente da Universidade de Aveiro, Maria Eugénia Pereira, membro integrado do CLLC da Universidade de Aveiro, e Aquilino Machado, docente do IGOT, da Universidade de Lisboa.

Antes, pelas 14h30, no Largo da Feira, em Vila Nova de Paiva, será inaugurada uma estátua alusiva ao romance, da autoria do escultor Ricardo Crista.

Após a apresentação da obra, será também divulgado o número I da Revista Literária da Câmara Municipal de Vila Nova de Paiva “Aqui… Paiva”. Segue-se um convívio aquiliniano.

A capa e as ilustrações da obra são da autoria de alunos da Escola Secundária de Vila Nova de Paiva.


Tags:

Apresentação, Literatura


«CAMILO E EÇA FRENTE A FRENTE»: 'ROMÂNTICOS E REALISTAS' [ 3 ] . Ensaios de Crítica Histórico-Literária. 1949.

  «CAMÕES, CAMILO, EÇA E ALGUNS MAIS». Ensaios de Crítica Histórico-Literária. Primavera de 1949.     «Anos de 1866, 67, 68 termina Eça a su...