«CAMÕES E O FRADE NA ILHA DOS AMORES» por Aquilino Ribeiro. "Cadernos Históricos". 1946.
«CAMÕES, CAMILO, EÇA E ALGUNS MAIS». Ensaios de Crítica Histórico-Literária. 1949.

«POBRE Luís de Camões! Desde a publicação dos Lusíadas até à morte, que não vinha longe, disse mal da sua estrela. Todos esses anos ninguém fez reparo nele.»




«Não toparam aura os Lusíadas. Frades e latinistas achavam-lhe a linguagem difícil, pretensiosa, pouco ao sabor do gosto corrente. E teria ocorrido esta lamentosa história. Na sua sede de perfeição Luís de Camões sacrificara a primeira tiragem, vendendo uns exemplares ao desbarato, rasgando e até queimando outros, tanto saíra mareada de gralhas do tipógrafo, erros de ortografia, faltas de métrica e até de gramática, efeito natural da sua inexperiência de revisor e duma composição precipitada.»





Coordenação de Vítor Aguiar e Silva, 1ª edição (Setembro de 2011).
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