Alemanha (de 20/09 a 17/11 de 1920); França (de 10 a 15/11 de 1928).





«... Se em paz o epiléptico mata o semelhante por um nonada, que não fará na guerra depois de andar a jogar a cabra-cega com a morte? Além disso um exército que invade indubitavelmente satisfaz a todos os requisitos indispensáveis de modo a receber com justiça o diploma de bárbaro, cruel, incendiário, violentador e ladro. Mas também na defensiva os exércitos cometem destas monstruosidades. Na entrada do século XIX foram os franceses os verdugos; neste século XX são-no os alemães.»
Nonada — ninharia, razão fútil, coisa de pouca monta.


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